28 janeiro, 2010

AJUDE AS CRIANÇAS


http://www.portasabertas.org.br/

BEM AVENTURADOS OS QUE CHORAM!!!!


Mt 5:4 - "Bem aventurados os que choram pois serão consolados."



Já percorri os "12 passos" algumas vezes e em todo momento me vejo tendo que revisitá-los para manter minha saúde emocional e até espiritual. Um desses 12 passos é o Passo 2 que diz: "viemos a acreditar que existe um Poder Superior que poderia me trazer a sanidade." O primeiro passo diz que temos que "admitir que somos impotentes diante de nossa compulsividade e que perdemos nosso controle por causa disso", mas, com todo o respeito ao primeiro passo, que é o mais importante (reconhecer), admitir da boca para fora é fácil. O difícil é expor essas nossas impotências e deixá-las expostas para que, efetivamente, possam ser curadas pelo poder de Deus. Sabe porque? Porque vivemos num mundo como se nós fôssemos nossos próprios 'deuses' nos achamos auto-suficientes ao ponto de olhar para as pessoas de cima para baixo, esquecendo-se de quem está acima de nós. Chegamos ao ponto de pensar que não precisamos de nada nem de ninguém. Até que,... perdemos o controle da situação... seja para um dependente alcoólico ou de drogas que tomou o primeiro gole e não consegue mais parar, seja para o viciado em jogo, em compras ou até aquele que chega a pensar que é capaz de controlar sua vida emocional. Pronto! Então vem a queda! "Mas e agora? O que faço? Perdi o controle, já fiz de tudo e não consigo terminar nada sozinho. Esse é o ponto que eu diria que estamos prontos para dar o passo 2.


Se reconhecermos que somos impotentes para lidar sozinhos com as nossas compulsividades, angústias e mazelas que nos afligem diariamente, é sinal que precisamos de ajuda. Via de regra, somos auto-suficientes para tentar sozinhos e se não conseguimos gerenciar nossa própria vida, alguns dizem que temos que entregá-la a Deus, mas como podemos entregar nossa vida a Alguém que não consigo ver e nem tocar, se nem nas pessoas que posso pegar, falar, ver e tocar confiamos? Isso não faz sentido. Por isso que o Passo 2 não fala de Deus e sim de um Poder Superior, isso significa que, em princípio, podemos passar a confiar em pessoas que estão e são um pouco mais sadias (nas áreas emocional e espiritual) que nós, para nos dar um norte, uma esperança de melhora, novos horizontes que sozinhos seria impossível ver e avaliar. Mas para se ter essa esperança e tentar uma mudança temos que abrir nossa vida e mostrar nossos defeitos e isso não queremos, temos medo, pois não sabemos o que vamos encontrar e de certa forma, tentar algo por esse lado, seria permitir a invasão de pessoas e ficar ouvindo sugestões que não queremos, porque são sugestões nos farão ter de sair da zona de conforto e do nosso trono "de rei da nossa vida" e é exatamente isso que não queremos.


Pois então, todos esses questionamentos foram os que tive quando conheci os 12 Passos e não foi fácil e ainda hoje, também não é. Todos os dias tenho de descer do meu lugar preferido, "meu trono", se realmente quero me tornar um ser humano melhor. E sabe quando isso mais acontece? Quando eu partilho minhas dores e angústias em uma sala de iguais, onde exponho meus medos, minhas raivas, onde mostro o monstro que realmente sou. Mas é ali que eu me permito ser lapidado por Deus. É ali que eu escuto o que as pessoas tem a dizer sobre mim e sobre elas mesmas compartilhando também suas dores. É ali que eu vejo que meu problema é pequeno demais perto do problema do outro. É ali que vejo Cristo se personificando nas pessoas como Poder Superior. É ali que meu relacionamento com Deus vai além de orações decoradas e se tornam ações de verdade. É ali que Deus forja meu caráter. É ali que conheci Deus em Cristo, que se fez carne e viveu (e VIVE) entre nós. É ali que minhas esperanças se renovam a cada dia. E tudo isso é só parte das possíveis mudanças que Deus fez e faz na minha vida, me dando força para mudar e claro, gerando uma expectativa no resultado dessa mudança que se torna esperança de uma vida melhor.


Tudo isso porque um dia decidi reconhecer minhas limitações de não conseguir ser meu próprio 'deus' e de acreditar que alguém além de mim, a princípio pessoas que se reuniam em uma sala falando sobre seus/meus problemas que se transformaram em uma voz maior, personalizando Cristo. Depois disso, entregar minha vida a Cristo depois disso (que é o Passo 3) foi apenas uma consequência da caminhada sem volta para Seus braços. Hoje, além de querer dividir essa experiência, usamos (a Missão SAL como um todo, em uma reunião que ocorre todas as quartas-feiras ás 20h) essa oportunidade como uma das estratégias para ficar junto das pessoas que sairam da rua, que moram na Missão SAL e que querem se desprender dos seus vícios de rua como o vício da liberdade, droga, bebida, roubo, prostituição, questão "H" etc. Você está convidado!


"A angústia se torna um desespero sem a existência de uma esperança. Ao termos uma esperança podemos tomar uma decisão. Com essa tomada a decisão, a angústia se transforma em aceitação temporária e consequentemente, traz paz e perdão ao coração, o que na prática, nos permite deitar a cabeça no traveseiro e dormir." (autor desconhecido) Amém.


Nelson Jr.






20 janeiro, 2010

DEVEMOS ORAR SEMPRE




Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A
Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer
motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em
paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim,
seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.
O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas
em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar
nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que
excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em
Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão "coisa alguma" inclui desde uma
vaga no estacionamento do shopping center quanto o fechamento de um negócio,
o desejo de que não chova no dia da festa quanto a enfermidade de uma pessoa querida.
Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura
filosófica ou teológica, orar sem se perguntar "é legítimo pedir isso a Deus?" ou "será que
 Deus se envolve nesse tipo de coisa?". Simplesmente orar.
A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações
e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente
como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada
e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar
para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a
causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz.
O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito
da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a
respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente
da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os
nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade.
Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria
lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.
O maior fruto da oração não o atendimento do pedido ou da súplica, mas a
maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de
uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações. Assim como sabemos
se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam
de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de
nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa
nossos corações, o que realmente é objeto dos nossos desejos, o que nos
amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.
O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como
menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para
trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11). Não existe oração certa e
errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e
oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de
menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças.

© 2008 Ed René Kivitz
Crédito / Origem: E-mail de: Daniele Santos Guimarães / SP - Brasil
Dia: 19/01/2010

06 janeiro, 2010

A MENSAGEM DE JOÃO BATISTA




Os líderes judeus enviaram de Jerusalém alguns sacerdotes e levitas para perguntarem a João quem ele era. João afirmou claramente: - Eu não sou o Messias. Eles tornaram a perguntar: - Então, quem é você? Você é Elias? - Não, eu não sou! - respondeu João. - Você é o Profeta que estamos esperando? - Não! - respondeu ele. Aí eles disseram a João: - Diga quem é você para podermos levar uma resposta aos que nos enviaram. O que é que você diz a respeito de você mesmo? João respondeu, citando o profeta Isaías: - "Eu sou aquele que grita assim no deserto: preparem o caminho para o Senhor passar." Os que foram enviados eram do grupo dos fariseus; eles perguntaram a João: - Se você não é o Messias, nem Elias, nem o Profeta que estamos esperando, por que é que você batiza? João respondeu: - Eu batizo com água, mas no meio de vocês está alguém que vocês não conhecem. Ele vem depois de mim, mas eu não mereço a honra de desamarrar as correias das sandálias dele. Isso aconteceu no povoado de Betânia, no lado leste do rio Jordão, onde João estava batizando.
JOÃO 1.19-28


28 dezembro, 2009

REFLEXÃO BÍBLICA


POR NELSON JR.

Lucas 9:10-12 - "E sucedeu que, Ele estando em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médicos, e sim os doentes."




Fui questionado esta semana por alguns conhecidos meus do porque não passei a noite de Natal com meus parentes (mãe, irmãos, cunhados etc). Bom, nossa vida é feita de escolhas e essa decisão não poderia deixar de estar entre essas escolhas. Tive de levar em conta muitas variáveis para tomar uma decisão como minhas vontades, as vontades da minha esposa, uma imposição da sociedade, enfim, muitas variáveis, mas depois de muito negociar, ficou decidido que passaríamos a meia-noite do dia 24 para 25 de dezembro junto com o pessoal da Missão SAL. Foi muito divertido poder conversar e passar um tempo especial com o pessoal da Missão. Com direito a uma mensagem de Natal, uma mesa farta de alimentos e doces como sobremesas e com bastante alegria e risadas, piadas e lembranças de dias com trabalhos pesados, mas que tudo valeu a pena.
Os dias que antecederam a noite de Natal foram muito corridos para a Missão, pois foi feito um almoço para os moradores de rua na praça do Carmo, no centro de Santo André, um acampamento com os travestis de 2 dias, um almoço com as prostitutas e um dia todo dedicado as crianças da favela do Cigano, em Santo André, sem contar a distribuição das cestas básicas para as famílias da mesma favela. Tudo feito como estratégia de evangelismo a fim de se aproximar e poder falar do amor de Deus por todos. Antes que perguntem, essa aproximação surte muito efeito e dá gosto de ver os rostinhos de todos quando passamos alguma mensagem bíblica, seja no contexto que for. Vemos lágrimas nos olhos das pessoas que denotam um sentimento de "quero mais" dessas mesmas pessoas que a sociedade antiga chamaria de publicanos e pecadores e que a sociedade atual chama de "marginais". Literalmente sentamos a mesa com eles e comemos do mesmo prato, um do lado do outro, conversando, rindo, comendo, orando, chorando etc...
Mas vamos falar dos parentes. Eu os vejo semana sim, semana não. Quando bate a saudade, posso pegar o telefone quando quiser e ligar para eles e dizer "eu te amo" (o que acontece bastante). Eles têm uma vida digna como Deus deseja para eles, bem como eu, temos uma mesa farta e uma vida cheia de afeto o ano todo. Está ao meu alcance e ao alcance deles o nosso contato contínuo. Mas isso não acontece com os "publicanos e pecadores marginais" que vivem nas ruas ou mesmo aqueles que temporariamente escolhem tentar uma vida diferente na Missão SAL. Por menor que seja o afeto desenvolvido durante o pouco contato com eles, de um jeito ou de outro, seja pelas atitudes, seja pelos momentos de oração e devocional ou, por simplesmente, ouvir suas histórias bíblicas que contamos, com toda a certeza é passado para eles uma parte do amor de Cristo. E isso já ficou comprovado pelo que ouvimos deles mesmos, dos mesmos que passaram pela nossa casa. Não são e não estão do mesmo jeito que entraram. Alguma coisa levam consigo. Alguma coisa mudou. Eles bebram da água do Espírito e uma uma semente foi plantada.
Não será um Natal (ou dois), ou um dia não jantando com meus parentes que medirá meu amor por eles e sim o decorrer de um ano todo, mas para aqueles que não tem parente para poder patilhar um amor contínuo durante o ano, um jantar em um dia especial como o Natal, que lembra do nascimento de Cristo, pura demonstração do amor de Deus pelo mundo, pode fazer uma enorme diferença. Saber que é amado por alguém e que esse alguém não quer nada em troca e ainda diz que faz porque alguém fez por eles é algo que tira o chão. Eu sei do que estou falando. Amém.





Nelson Jr.

13 dezembro, 2009

A QUESTÃO DE SER DISCÍPULO


Quando nos convertemos sempre tem aquele irmão que você conheceu que quer te apresentar melhor o Cristo ao qual você se entregou fazendo assim um discipulado. Ou seja, já que você é novo convertido e desfruta de uma novidade de vida, precisa conhecer melhor a esse Cristo que agora está no comando de tudo em sua vida…
Mas na verdade ser discípulo vai muito além do que apenas entregar a vida a Cristo. É preciso conhecer sua palavra, o Jesus homem, sua autoridade, mandamentos e ensinamentos, ou seja, Antigo e Novo Testamento, onde desde o Éden Jesus foi profetizado pelo Pai.
Qual a diferença entre os discípulos da Igreja Primitiva e nós, “discípulos de hoje?”. A simplicidade é uma delas. Os discípulos largavam, literalmente, suas famílias, trabalhos, vida social, sonhos etc. para seguir o Mestre. Infelizmente isso está bem distante de nós.
Até para ser feito missões em qualquer lugar do mundo lutamos para que o chamado se estenda a nossa família, porque acreditamos que sem ela não vamos conseguir existir ou realizar aquilo que nos foi proposto.
Na verdade apenas o que precisamos é seguir o Mestre!
No Novo Testamento a palavra discípulo ocorre 269 vezes e cristão apenas 3 vezes, sendo que cristão  foi citada a primeira vez referindo-se aos discípulos. Eram pessoas mais que especiais. Pessoas que mesmo entendendo suas fraquezas, necessidades e tendo seus próprios objetivos largaram tudo para ser o que lhes estava sendo proposto. Eles seguiam Jesus em atitude de estudo, obediência e imitação.
Como podemos agir como os discípulos da Igreja Primitiva nos dias de hoje? Difícil não é?
Abandonamo todos, somos obedientes, estudiosos da palavra e acima de tudo imitadores de Jesus? Nossas rotinas, famílias, empregos nos permitem isso? E por não permitirem deixaremos esse modelo de discípulado ser tão distante de nós? Podemos ser cristão sem ser um discípulo? Isso nas igrejas hoje em dia é claramente algo opcional.
A questão de ser discípulo não é fácil!                                                                 
É matar o velho homem a todo o momento e dizer não a carnalidade. A nossa tarefa é saber frear quando é preciso. Descansar acima de tudo em Deus e dividir o julgo pesado que carregamos com Ele.
Cristo é simples, coração e atitudes puras, santo, obediente, leal, amável, justo, comprometido com o reino e fiel a Deus.
Com o que foi acima citado podemos perceber que precisamos buscar ser mais parecidos com Cristo!
A quem estamos dando ouvidos?  Quem está no controle?
Precisamos estar com Jesus, sempre para poder aprender dele assim como aconteceu com os discípulos. Para não perdermos o foco, precisamos buscá-lo de todo o coração, focar nossas atitudes e pensamentos nele, para que a sua vontade possa ser cumprida em nós.
Minha oração é para que cresçamos na fé e possamos andar, sem deslizar, junto com Cristo, que o mundo possa nos reconhecer como discípulos de Jesus assim como aconteceu na Igreja Primitiva.
O custo é bem alto, mas a recompensa é grandiosa!!!


Fabiana Farias
Fonte: BLOG DA EQUIPE

12 dezembro, 2009

BENTO 16 SE DIZ ENVERGONHADO POR ESCÂNDALOS DE PEDOFILIA


O papa Bento 16 expressou "indignação e vergonha" nesta sexta-feira por um escândalo de abusos sexuais de crianças cometidos por padres na Irlanda, que levou os líderes da Igreja Católica no país a prometerem uma reformulação.

Fontes da igreja disseram que alguns bispos devem renunciar após a divulgação de um relatório do governo que acusou líderes da Igreja de acobertarem o abuso difundido de crianças por padres durante 30 anos no país de maioria católica.

Em declaração emitida após uma reunião do papa com líderes da igreja irlandesa, o Vaticano disse que iria redigir uma carta ao povo irlandês sobre o abuso sexual na Irlanda e sobre os planos de ação do Vaticano. Essa será a primeira vez que o papa escreve um documento exclusivamente dedicado ao abuso sexual de crianças pelo clero.

O relatório do dia 26 de novembro disse que a Igreja havia ocultado "obsessivamente" o abuso infantil na arquidiocese de Dublin entre 1975 e 2004, e cumpria uma política de "não pergunte, não conte."

Na declaração de sexta-feira, o papa pediu orações pelas vítimas que sofreram os "crimes hediondos" e prometeu que o Vaticano iria "criar medidas efetivas e estratégias seguras para impedir reincidências".

O papel proeminente da Igreja na vida irlandesa foi um dos motivos pelo qual os abusos por parte de uma minoria dos padres passaram sem denúncia, segundo o relatório do governo. Um padre confessou ter abusado mais de 100 crianças. Outro disse que ele teria abusado de crianças a cada duas semanas por mais de 25 anos.

O relatório foi divulgado seis meses após a publicação de um outro documento igualmente incriminador e mais detalhado sobre açoitamentos, trabalho escravo e estupro coletivo na maioria das escolas de reformatório regidas pela Igreja no século 20 na Irlanda.

Fonte: Reuters